sábado, 19 de abril de 2014

Capítulo 2: Período Neolítico

Olá olá,
com esse post fechamos o conteúdo da AVII.
Lembrem: estudem sobre o capítulo 1 e 2
Obs: Como não sei o que vai ser cobrado na avaliação, teremos que ver tudo nos capítulos.
Infelizmente, gostaria de pedir para vocês lerem o capítulo 1 e 2 todo.


No capítulo 1, estudamos o período Paleolítico. Agora, no capítulo 2, estudaremos o período seguinte, denominado de Neolítico. É nesse momento que a humanidade forma as primeiras pequenas cidades e aprende a realizar a agricultura.  

O primeiro ponto que vimos no capítulo foi a Revolução Agrícola. Em resumo, podemos dizer que com essa revolução os homens aprenderam como fazer a agricultura. É por isso que muitos grupos humanos deixaram de ser apenas coletores e passaram a ser cultivadores. Isso quer dizer que alguns deixaram de ser nômades e se fixaram em uma determinada região, sedentarizando-se.

(Essas duas palavrinhas em negrito são muito importantes. Case tenham esquecido, olhem no livro ou no dicionário!)

O aprendizado da agricultura traz duas importantes consequências para os grupos humanos: aumenta a quantidade de alimentos para o grupo e diminui a necessidade de deslocamentos no território. Por isso, é possível afirmar que a agricultura ajuda na sedentarização dos grupos humanos.

Os primeiros registros de agricultura aparecem em uma região chamada de Crescente Fértil. No livro, há um mapa que mostra essa localidade na página 56. O Crescente Fértil está localizado na região que compreende onde hoje estão países como o Irã, Iraque, Israel, Síria, Líbano, parte da Turquia e do Egito. Ou seja, o Oriente Médio.

Técnicas agrícolas
Os homens passaram a fazer uso de ferramentas e de técnicas agrícolas para aprimorar a agricultura. Por exemplo, forma construídos arados para revolver a terra, os solos passaram a ser irrigados e os adubos foram utilizados para manter os nutrientes da terra e a produtividade da terra. Além disso, diversos animais passaram a ser domesticados e criados pelo homens tanto para o uso na alimentação, como para a agricultura. Logo, a criação de animais garante maior disponibilidade de alimentos e podem ser utilizados de diferentes maneiras, pois as peles podem ser utilizadas como vestimenta, os osso são transformados em ferramentas, o estrume como adubo e, finalmente, a sua força é aproveitada para puxar os arados.

Da Aldeia para as Cidades
     Além de contribuir para a sedentarização e aumentar a quantidade de alimentos disponíveis a agricultura torna possível o crescimento população. Com isso, surgem as cidades. A partir desse acontecimento torna-se necessária a divisão das tarefas, ou melhor, a separação das atividade através da divisão do trabalho. Ao mesmo tempo que nascem as cidades cresce a necessidade também da administração. É nesse momento que surgem os reis, os sacerdotes e os guerreiros. Lembrem-se que a Revolução Agrícola não foi simultânea, ao contrário, ela aconteceu em diferentes momentos, por isso que existem grupos humanos que permaneceram no nomadismo e outros tornaram-se semi-nômades. Não foram raros os grupos nômades atacarem grupos sedentários em busca de comida. Isto criou a necessidade de existirem guerreiros para defender as pequenas cidades e de reis  responsáveis por organizar a defesa.
     Os reis eram escolhidos pela própria comunidade para chefiar as guerras e as cerimônias religiosas. Os sacerdotes, por sua vez, eram vistos como intermediadores entre os deuses e as pessoas. Com o passar do tempo, os reis começam a ser vistos como representantes do deuses e os sacerdotes são as pessoas mais próximas deles. Tanto um, quanto outro recebem impostos da população em bens e alimentos. Para armazená-los foram construídos salões que eram ao mesmo tempo palácio do rei, templo religioso e celeiro. Com o crescimento das cidades, muitas das atividades que eram realizadas dentro dos palácios pelos sacerdotes, como a fiscalização do trabalho agrícola, a aplicação da justiça, os pagamentos e empréstimos passam a ser realizados fora do templo.  

Crescimento das trocas comerciais e especialização do trabalho
Com a divisão do trabalho ocorre a especialização, o que quer dizer que cada um exerce apenas uma atividade. Isso contribuí para a produção de um excedente, ou seja, produz mais do que o necessário para o grupo. Esse excedente será utilizado em trocas comerciais para obter aquilo que o grupo não possuí. Não se esqueçam que o comércio não é feito com moedas nessa época, havia uma troca de mercadorias. Através do comércio de longa distância eram obtidos produtos raros como o sílex e a obsidiana. Esses dois produtos são rochas afiadas e eram muito utilizadas nas armas porque tornavam a caça mais eficiente.

Idade dos Metais
Lembrem-se da linha do tempo que fizemos em sala. Ela será muito útil para vocês visualizarem o processo de utilização dos metais. Farei em cronologia.

7.000 a.C. a 3.000 a.C - maior controle sobre o fogo, possibilitando a descoberta da metalurgia.
3.500 a.C a 1.000 a. C - melhoramentos nas técnicas de metalurgia e difusão dessas técnicas.
3.000 a. C a 2.000 a.C. - aprendizado da mistura do cobre com estanho resultando no cobre. Mais resistente.
1.200 a. C - surgimento da metalurgia do ferro. Utilizado na fabricação de armas mais resistentes.

Por meio do domínio das armas de ferro e o uso da cavalos inicia-se uma era de muitos conflitos em busca de solos férteis e dominação de cidades para manutenção dos grupos humanos.

A África entre 10.000 a. C. e 4.000 a. C.
     Acredita-se que houve uma migração contrária, vinda do Oriente Média para a África. Esse hipótese é sustentada pelo fato de que existem fósseis em sítios arqueológicos africanos que demonstram um domínios de técnicas e restos animais não registrados antes da saída do homem no continente africano do continente. É provável que esses animais foram levados do Oriente Médio para a África. 
No momento que estamos estudando, o deserto do Saara era bem menor do que hoje e, inclusive, era possível a prática de agricultura antes da intensa desertificação. Por causa da boa quantidade de recursos naturais surgiram pequenas aldeias que praticavam a pesca, a caça e a coleta. Além disso, existem vestígios de atividade agrícola. No entanto, com o processo de desertificação, aquelas sociedades foram empurradas para o sul do continente e para o leste, em direção ao rio Nilo. 


Continua...

sábado, 5 de abril de 2014

Capítulo 1

Olá pessoal
Na nossa última aula vimos parte do capítulo 1: "As origens da espécie humana". Na aula anterior, conversamos sobre parte dele e na semana passada colocamo no caderno o que havíamos conversado na semana retrasada. Agora estou colocando o capítulo inteiro, até algumas coisas que faltaram para fechar o capítulo. Na nossa próxima aula comentaremos rapidamente o que falta e entraremos no cap. 2.
Vamos lá!

Nesse capítulos estamos estudando como surgiu a espécie humana e como é possível obter informações sobre uma época tão distante da nossa. Para isso, mostrei que existem dois modos de explicar a existência de vida na Terra: há pensamento criacionista e o evolucionista. O criacionismo defende que Deus criou tudo e todas as espécies do jeito que elas são hoje. Por outro lado, os evolucionistas argumentam que as espécies passaram por transformações ao longo de milhões de anos até se tornarem como são hoje. Além disso, a seleção natural (ideia criada por Charles Darwin) contribuiu para as transformações das espécies. De acordo com essa ideia, apenas os animais mais bem adaptados ao meio ambiente conseguem sobreviver e procriar. 

A Arqueologia e o estudo da Pré-História
O período que compreende a Pré-História corresponde ao surgimento dos primeiros hominídeos (são seres humanos modernos seus parentes mais próximos) há 4,4 milhões de anos até o surgimento da escrita, por volta de 3.500 a.C. Em sala, vimos apenas alguns desses hominídeos. No entanto, existem vários outros e os Homo sapiens sobreviveram.

Estudo da Pré-História
Esse época da História é muito mais estuda por paleontólogos e arqueólogos. Os primeiros são responsáveis por pesquisar em escavações, buscando vestígios materiais ou mesmo restos mortais. Paleontólogos, por sua vez, pesquisam resquícios de animais e vegetais. Os locais onde são achados os vestígios materiais são os sítios arqueológicos.
Não se esqueçam de estudar sobre os fósseis nas páginas 38 e 39.

Nossa origem africana
Os vestígios mais antigos de existência humana são proveniente do continente africano, por isso, afirma se que nós surgimos na África. O Vale do Rift, localizado no lado oriental do continente concentra a maior quantidade de vestígios da humanidade em diferentes estágios da evolução da espécie porque possuí uma grande quantidade de sítios arqueológicos.  

Diversidade da espécie Homo
Existe uma diversidade muito grande com relação a espécia do Homo. No entanto, veremos apenas quatro tipo. São eles:
Homo habilis: viveu há cerca de 2 milhões de anos. Foi o primeiro do gênero Homo e conseguiu desenvolver ferramentas.
Homo erectus: viveu há de cerca de 1,6 milhão a 200 mil anos. Acredita-se que esse gênero foi o primeiro a sair da África porque foram encontrados vestígios dessa espécie em outras regiões e porque o H. erectus possuí pernas maiores que favorecem a caminhada, conseguiu melhorar um pouco as ferramentas e conseguiu dominar o fogo.

O domínio do fogo foi importante porque ele foi utilizado de diferentes formas. O fogo era utilizado para o aquecimento, para espantar animais, mas um dos usos mais importantes era o cozimento da carne. Com a entrada da carne na dieta alimentar a espécie passa a ter mais nutrientes, ajudando no desenvolvimento. Por exemplo, a carne cozida é mais macia tornando as grandes mandíbulas desnecessárias. Portanto, houve uma evolução na espécie, diminuindo as mandíbulas e deixando maior espaço para o crescimento do cérebro.

Além disso outras mudanças também foram importante para o nosso desenvolvimento, como a estar na posição ereta (a bipedia) e a fabricação de armas. Acredita-se que no momento da caça os homens precisavam combinar estratégias para abater os animais, fato que favoreceu o desenvolvimento da comunicação. 

Homo neanderthalensis: Registros apontam para uma existência de 300 mil a 30 mil ano. Inclusive, conviveu com o Homo sapiens sapiens, surgido a 130 mil anos. É difícil explicar como o homem de Neanderthal desapareceu, a hipótese mais aceita é que neanderthais e homo sapiens se misturaram e, prevaleceram as características da espécie sapiens.

Pinturas misteriosas
As pinturas nas cavernas demonstram que o Homo sapiens foi (e é) capaz de observar e representar cenas do cotidiano e elementos da natureza. Não se sabe ao certo qual era o objetivos daquelas pessoas ao fazer representações nas paredes. Porém, existe a hipótese de que houvesse uma função mágica, pois pode ser que eles acreditassem que ao pintar essas algumas figuras seria garantido o sucesso de uma caça. Por outro lado, pode ter um objetivo de ensinar outras gerações a caçar.


Por enquanto é isso. 
Não deixem de estudar!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Introdução aos Estudos Históricos - Segunda parte

Turma,
no nosso primeiro post conversamos sobre o que é o trabalho do historiador e do que ele precisa para realizar as suas atividades. Hoje, escrevei sobre a segunda parte do conteúdo. Esse conteúdo já foi apresentado em sala e trata-se da discussão que fizemos sobre o tempo através da formação dos calendários. Vimos como registrar e contar o tempo através dos séculos e estudamos também meios de organizar o tempo pela Cronologia e pela Linha do Tempo.
Vamos ao conteúdo!

Organização do calendário
Desde a nossa primeira aula estamos falando sobre o Tempo. Será que ele sempre foi organizado do mesmo modo? Por exemplo: será que o ano sempre foi dividido em 12 meses e em 365 dias. Será que todas as sociedades organizam o tempo do mesmo modo? Vimos em sala que não. O ano novo na China é comemorado em uma data diferente da nossa e é festejado por vários dias. Se observarmos a Grécia Antiga descobrimos que os anos eram um pouco menores do que o nosso e, apesar de ser dividido em meses, possuía denominações diferentes da que usamos no presente.
A necessidade de contar o tempo está muito relacionada com a formação das primeiras cidades, porque são sociedades totalmente dependentes da produção do campo pois era de lá que eles garantiam a usa sobrevivência. Os homens precisavam saber quando colher e plantar para garantir a sua sobrevivência. 
Uma das primeiras maneiras de contar o tempo foi observando as  fases da Lua: Nova, Cheia e Minguante. Quando a Lua passava por todas as fases sabia-se que um mês havia sido completado. A ideia de um ano completo e de suas estações surgiu a partir da observação do posicionamento das estrelas e do Sol e pela duração dos dias.

Nosso calendário foi criado na época de Júlio César. Ele foi um dos vários imperadores da história de Roma e esse calendário foi nomeado de calendário juliano em sua homenagem e já era dividido em 365 dias. É nele que surge a divisão em antes de Cristo (a.C) e depois de Cristo (d.C). Lembrem-se: Antes de Cristo o tempo é contado de trás para frente (de modo decrescente) e depois de Cristo é contado de modo crescente. Com o passar do tempo, surgiram os séculos. (1 século = 100 anos)

O calendário que utilizamos atualmente é o calendário gregoriano, trata-se de uma atualização do calendário juliano. O papa Gregório XIII, no século XVI, solicitou aos físicos da época que revisassem o calendário em uso porque os anos possuíam 365 dias e algumas horas. A nova reforma no calendário foi feita com o objetivo de corrigir uma defasagem do tempo.

Registro do Tempo

Utilizamos algumas ferramentas para contar o tempo. O registro do tempo, por exemplo, é feito por algarismos romanos (I, II, III, IV, V...) e arábicos (1, 2, 3, 4, 5...).

Relembrando
Não existe ano 0 e nem século 0.

século III - 300 a 201 a.C
século II  - 200 a 101 a. C
século I  - 100 a 1 a. C

Século I - 1 a 100
Século II - 101 a 200
Século III - 201 a 300
Século IV - 301 a 400
Século V - 401 a 500
...
Século XVIII - 1701 a 1800
Século XX - 1901 a 2000
Século XXI - 2001 a 2100 

Além dos registros em séculos e anos fazemos uso também da Cronologia e da Linha do Tempo.
A cronologia nos ajuda a localizar alguns fatos e a entender a relação entre eles no seu contexto histórico. Finalmente, a Linha do Tempo nos ajuda a "visualizar" os acontecimentos e a organizar o tempo de modo cronológico. A História, por exemplo, é dividida na linha do tempo em 5 partes: A Pré-História, a História Antiga, a História Medieval, História Moderna e História Contemporânea.
Em sala, vamos repensar essa divisão!

Até

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Introdução

Olá,
vocês devem ter percebido que o blog já possui algumas publicações. Desconsiderem todas. Essa é a nossa primeira publicação de 2014!

Na primeira aula fizemos uma introdução sobre o estudo da História. Tentamos definir o que é a disciplina, como os historiadores trabalham e do que eles precisam para tornar possível as suas pesquisas.

      Em sala expliquei que História é um campo de conhecimento e, um dos seus principais objetivos, é estudar as sociedades ao longo do tempo. A disciplina tenta perceber também o que muda e o que permanece ao longo do tempo para ajudar a explicar a nossa atualidade. Lembram que dei o exemplo para as diferentes brincadeiras que já existiriam e que a infância dos seus pais foi diferente da que vocês tiveram? As brincadeiras eram diferentes, algumas permaneceram até hoje e outras ficaram apenas na memória. Um dos trabalhos do historiador é tentar entender porque isso acontece. 
    O historiador também levanta questões e perguntas sobre a sociedade, fatos históricos, monumentos, grupos sociais e sobre alguns indivíduos em alguns casos. Por isso, pode-se dizer que o profissional dessa área tem uma grande possibilidade de estudos.) A partir das perguntas elaboradas pelo historiador ele formará hipóteses que respondam às suas perguntas. Nunca verdades. 
      Por exemplo, se tentarmos responder porque as brincadeiras mudaram nos últimos 50 anos, muitos historiadores certamente afirmarão que a invenção da Internet e o aumento da insegurança nas ruas, fez com que os hábitos das crianças mudassem nos últimos tempos. Porém, essa é somente uma explicação possível. Outros profissionais dessa área com certeza buscarão outras explicações para as mudanças e, às vezes, muito diferentes entre si. É por causa dessa diversidade de explicações que sempre montamos hipóteses, porque elas podem mudar ao longo do tempo e porque nem sempre há concordância entre os historiadores.
E como os historiadores trabalham nas pesquisas? De que ferramentas eles precisam?
      Nós precisamos das fontes históricas, pois, são elas que tornam possíveis as pesquisas do historiador. Comentei, em sala, e escrevi no quadro as diversas possibilidades de fontes que podem ser utilizadas.

Escritas: documentos, jornais, revistas.
Materiais: monumentos, roupas, utensílios, ferramentas.
Iconográfica: mapas, quadros, fotografias.
Audiovisuais: músicas, filmes, documentários.
Orais: mitos, lendas, contos e relatos.


Atividades
Não esqueçam de levar para sala as fontes, na 3a feira. Tentem não levar nada muito valioso, de preferência objetos que vocês não usam mais. Não esqueçam, vale ponto para o seu trabalho bimestral.

Para quem já está com o livro pedi para adiantar o exercício n° 1, da página 18.


Até terça! :)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Respostas - Prova Final

Não esqueçam de ler o capítulo 10, sobre os povos germânicos. Comentei um pouco sobre eles na última aula.

6) Que fatores internos explicam a queda do Império?
O fim da expansão reduziu o número de escravos disponíveis porque as guerras de conquista haviam chegado ao fim. Por causa da menor entrada de escravos a produção do campo também foi reduzida, já que haviam menos pessoas no campo. Além disso, podemos citar também o surgimento do cristianismo; religião que questionava o poder do imperador.

As invasões dos povos germânicos é um fator externo. Muitos deles não faziam parte do império.

7) Como ocorreu a entrada dos povos germânicos no Império?
Alguns povos conviveram pacificamente dentro do Império Romano. Por outro lado, outros povos optaram pelo confronto com império motivados por diferentes circunstâncias, como mudanças climáticas e queda de produção agrícola nas antigas regiões povoadas por esses povos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Exercícios - Prova Final

Olá,
no post de hoje colocarei alguns exercícios para a Prova Final. Alguns alunos precisarão fazer essa prova por bobeira, poderia ser evitado. Outros precisam de poucos pontos, cerca de 2,0 ou 3,0. O início do ano foi ruim para todo mundo, mas aos poucos, muitos conseguiram boas notas nos bimestres seguintes, principalmente no 3°. Agora é estudar.
Leiam o capítulo 10.

Imprimam ou copiem no caderno para 5a feira. Tentem fazer sozinhos.

Conteúdo da Prova Final
Cap. 8 - Roma: das comunidades primitivas à República
Cap. 9 - Roma: uma potência imperial
Cap 10 - As migrações de povos germânicos e dos Hunos.

1) Como se explica a fundação da cidade de Roma? Existe uma explicação mitológica e outra histórica. Elabore uma resposta com as suas palavras baseado no que você leu nas páginas 172 e 173.




2) No capítulo 9, conversamos algumas vezes sobre a formação dos grupos sociais em Roma, ou seja, dos patrícios e dos plebeus. A partir da leitura da página 177, explique porquê os patrícios controlavam o poder político e econômico.




3) A partir da leitura das páginas 178 e 179 responda as perguntas.
a) O rei governava com a ajuda de quem? Quem ocupava os cargos dos órgãos políticos?


b) No período republicano apenas os patrícios possuíam direitos políticos. Por isso, os plebeus precisaram fazer reivindicações para conquistar direitos. Nessa luta, os plebeus conseguiram criar o cargo do "tribuno da plebe" a Lei das 12 Tabuas. Responda qual era a função desse cargo e o que a lei estabelecia.




4) O início da expansão romana sobre outros territórios teve início ainda na República e essa ampliação dos domínios romanos trouxe diferentes consequências para a sociedade romana. Para tentar resolver algumas consequências negativas foram tomadas uma série de medidas, como a dos Irmãos Graco. Baseado no que você leu nas páginas 181, 182, 183 e 184, responda.
Quais medidas foram pensadas pelos Irmãos Graco?




Leia as páginas 203, 204, 205, 206, 207, 208 e 209 - crise do Império Romano.
5) Por que os cristãos eram perseguidos pelos romanos?




6) Quais fatores internos explicam a queda do Império Romano?




7) Qual fator externo influenciou no fim do Império?




Leitura: Todo o capítulo 10
8) Como ocorreu a entrada dos povos germânicos no Império?



sábado, 16 de novembro de 2013

Estudo para AVII

Olá
Nossas últimas aulas foram sobre o Império Romano e logo na primeira aula sobre o capítulo 9 coloquei um bom resumo no quadro para ajudá-los na hora de estudar para a prova. Leia-o.

Conteúdo da prova
Cap. 9: Roma: uma potência imperial (pág. 192-209)

Roma: uma potência imperial

O início do Império Romano coincide com a Pax Romana. O primeiro imperador romano foi Otávio, ele governou de 27 a. C. a 14 d. C. A Pax Romana, por sua vez, teve início no mesmo ano que começou o governo de Otávio, em 27 d. C e duraria até 180 d. C. Esses 153 anos são chamados de paz romana (27 d.C a 180 d.C), porque as guerras de conquista chegavam ao fim e não havia ameaças de revoltas internas ou forças estrangeiras que ameaçassem o Império Romano. (Vejam novamente o mapa da pág. 204 para ver a extensão do Império) Roma e seus domínios tiveram diversos imperadores ao longo de toda sua história, Otávio foi apenas o primeiro.
Quando a conquista estava garantida nas outras regiões os romanos levaram não apenas a sua cultura, mas também a sua língua e suas instituições. Lembrem-se que o latim, utilizado para a língua e escrita dos romanos foi levado para todas as regiões. Aliás, o latim deu origem à nossa língua, o português. Os romanos desenvolveram também o Direito; a base do nosso Direito hoje foi o desenvolvido pelos romanos, ao longo do tempo, ele passou por diversas adaptações. O latim e o Direito foram apenas duas das principais contribuições culturais dos romanos para o nosso mundo atualmente.
De que forma foi feita a expansão romana? O Império Romano foi formado a partir de muitas guerras. Estabelecido o domínio romano as propriedades agrícolas passavam a utilizar a mão de obra escrava. Roma cobrava impostos pelos produtos produzidos e isto criava uma fonte de dinheiro para o Império a partir da produção e do comércio desses produtos. Estes recursos eram utilizados para pagar funcionário que administravam o império e para formar o exército para se defender e garantir a posse sobre os domínios.
No entanto, a expansão romana atingiu seu limite máximo e neste momento, começaram a aparecer sinais que indicavam para uma provável extinção do império. Com o fim da expansão, as lavouras não recebiam mais novos escravos. Com a diminuição do número de pessoas no campo, a produção agrícola foi reduzida e por causa disso, a arrecadação dos tributos cobrados por Roma também sofreu redução porque havia menos produtos disponíveis.
Apesar da menor arrecadação, Roma resolveu aumentar os impostos porque revoltas dentro do próprio império começavam a acontecer e, além disso, alguns povos germânicos começavam a guerrear nas fronteiras do império. O aumento de impostos era destinado para a formação e manutenção dos exércitos. Não podemos esquecer que o surgimento do cristianismo e o Império Romano são da mesma época. O cristianismo era uma religião que questionava o poder do próprio imperador romano por defender que o imperador não era um deus e que a religião de Roma deveria ser monoteísta e não politeísta.
 Os imperadores romanos tentaram resolver os problemas existentes tomando diferentes medidas. O imperador Diocleciano acreditava que o império tinha muitos problemas por causa do seu tamanho, por isso, resolveu dividi-lo em Ocidente e Oriente. Porém, após a sua morte, essa divisão foi desfeita.
No ano de 313 d.C. o imperador Constantino concedeu liberdade religiosa aos cristãos quando assinou o Édito de Milão. Parar de perseguir os cristãos era menos um problema para o imperador romano, a partir desse momento, quando cada pessoa poderia adotar a religião que quisesse. Além de assinar esse documento, Constantino incentivou o comércio na parte oriental do império, principalmente, na região da cidade de Constantinopla, para tentar resolver os problemas econômicos do império.
O imperador Teodósio governou de 369 a 395 d. C. foi mais longe do que Constantino com relação à religião. Ele mesmo se converteu ao cristianismo e, com isso, todo o Império passou a praticar a religião cristã e a antiga religião politeísta foi proibida. O Império Romano passou a ter uma religião oficial. Além disso, Teodósio dividiu novamente o império em Império Romano Ocidental com capital em Roma e Império Romano Oriental, com capital em Constantinopla.
Apesar de todas essas medidas, o império já não tinha mais forças. Pouco tempo depois, em 476 d.C, o imperador Rômulo Augusto foi retirado do poder por um dos povos germânicos que ameaçavam o império: o povo hérulo. Como mostrei na página 216, havia vários povos germânicos que se deslocavam em direção ao império, alguns se mantiveram dentro dos limites dos domínios romanos sem guerrear contra o império. Porém, outros povos não eram tão pacíficos e invadiam o império através da guerra.
Não se esqueçam da política do pão e circo. O Coliseu era o local aonde as pessoas iam para se divertir assistindo as lutas dos gladiadores, mas também lá, os espectadores recebiam pão. Em um contexto de alta de preços por causa da diminuição da produção agrícola
.
Cronologia
313 d.C.: Constantino concedeu liberdade religiosa aos cristãos quando assinou o Édito de Milão
369 a 395 d.C Teodósio: conversão para o cristianismo. A nova religião se torna a religião oficial de todo o Império.
Divisão do império em Império Romano Ocidental com capital em Roma e Império Romano Oriental, com capital em Constantinopla.

476 d.C.: fim do Império Romano Ocidental.